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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Por que a civilização humana não vê o obvio na Rio + 20? (Why human civilization doesn’t see the obvious in the Rio + 20?)



O conceito de sociedade de consumo é um dos conceitos usados para caracterizar a época contemporânea, que é a era das massas. Os Estados Unidos da América foram o primeiro país em que se verificou a sociedade de consumo. A economia de mercado, apoiada pelo marketing, é definida pela produção e pelo consumo de massas.

O consumo pessoal desempenha um papel central. Uma parte do orçamento doméstico é consagrada a compras de bens e serviços, por vezes, menos utilitários do que simbólicos ou carregados de significação cultural: lazer, informação, educação, saúde, moda, etc. Vivemos uma realidade que é um reflexo dos desejos dos indivíduos. A publicidade cria-lhes novas necessidades, apresenta-lhes paraísos inacessíveis, contribuindo, por outro lado, para manter uma sociedade estereotipada. O apelo da publicidade leva principalmente os mais jovens a adquirirem produtos que não vão ser utilizados. A cultura do consumo recusa a profundidade, vivendo pelas aparências. Ao mesmo tempo, mistifica o efêmero e uniformiza valores.
A sociedade industrial, que criou o mundo do consumo, é também responsável pela desorganização dos laços coletivos que deixa os membros da sociedade separados uns dos outros. A fragilidade das sociedades industrializadas modernas conduziu a uma espécie de sociedade de massas atomizada. A família perdeu uma parte das suas funções de socialização e foi ameaçada pela dispersão.

Sabemos que menos de 500 empresas determinam o que vamos comer no almoço o que iremos vestir no trabalho e o como nos relacionaremos socialmente. Estas 500 empresas são responsáveis diretas por pelo menos 40% do PIB mundial e fazem a riqueza bilionária de menos de 1% dos cidadãos do planeta. Estas empresas conseguem através de seus lobbies governamentais garantirem a continuidade de seus planejamentos estratégicos com aumento do faturamento anual para garantir a rentabilidade de suas ações nas principais Bolsas de Valores do planeta.

Qualquer mudança do modelo de consumo afetará diretamente o faturamento destas empresas em por consequência o PIB de todos os países. Isto gerará um desemprego em massa por que estas empresas não são entidades filantrópicas e fará que as nações entrem em colapso político pela degeneração de suas economias.

Em contrapartida sabemos que todo espectro ecológico do planeta já dá claros sinais de stress graças à atividade humana. Não é apenas a biodiversidade que está em risco e sim toda a condição de estabilidade dos meios físico-químicos do planeta que estão sendo alterados. Não temos tecnologia para conter este desequilíbrio e muito meios para reverter todos os danos causados pela atividade humana e muito menos mecanismos viáveis que possibilitarão a sobrevivência da atual civilização humana frente a possíveis desastres ambientais que provavelmente acontecerão em nosso futuro.

Temos poucas alternativas viáveis para equacionar o problema:

-Dividir as riquezas produzidas no planeta de forma igualitária entre as nações.

-Os estados ofertar sem ônus aos seus cidadãos recursos necessários para sua sobrevivência e desenvolvimento social.

-Preservar imediatamente todas as florestas do planeta e reflorestar áreas que foram degradadas em mananciais hídricos

-Desenvolver uma agricultura com conceitos de irrigação por gotejamento ou com controle da água potável

-Diminuir drasticamente o consumo de massa de determinados bens que envolvam grande utilização de água e recursos minerais para sua confecção

-Diminuir drasticamente o consumo de massa de produtos que em sua fabricação ou no seu funcionamento promovam a emissão de gases poluidores ou que promovam alguma alteração ao da atmosfera do planeta

-Reduzir em 50 anos a produção industrial mundial para níveis viáveis ao planeta, adequando cada país ou região a sua vocação inata

-Eliminar a pobreza humana do planeta

- Proteção de todos os ecossistemas ainda intocados e promover o turismo ecológico a estas áreas.

-Desurbanização das sociedades e reavaliação dos conceitos e do laços familiares e das relações humanas



The concept of consumer society is one of the concepts used to characterize the contemporary era, which is the era of the masses. The United States of America were the first country in which the consumer society. The market economy, supported by marketing, is defined by mass production and consumption.

The personal consumption plays a central role. A part of the household budget is devoted to purchases of goods and services, sometimes less than utilities loaded or symbolic cultural significance: Entertainment, information, education, health, fashion, etc.

We are living in a reality that is a reflection of the wishes of individuals. Advertising creates them new needs, presents them inaccessible havens, contributing, on the other hand, to maintain a stereotyped society. The appeal of advertising takes mainly younger people to acquire products that won't be used. It’s the culture of consumption, living depth refusal by appearances. At the same time, mystifies the ephemeral and standardizes values.

The industrial society, which created the world of consumption, is also responsible for disorganization of collective ties that leaves the society members separated from each other. The fragility of modern industrialized societies has led to a kind of atomized masses society. The family lost a part of their socialization and was threatened by the dispersion.

We know that less than 500 companies determine what we eat at lunch what we will wear at work and how we will relate socially. These 500 companies are direct responsible for at least 40% of world GDP and make billion dollar wealth of less than 1% of the planet's citizens. These companies through their Government lobbies to ensure the continuity of their strategic plans with increased annual revenue to ensure the profitability of your actions in major stock exchanges of the world.

Any change of the model of consumption will directly affect the billing of those undertakings in consequence the GDP of all countries. This will generate a mass unemployment that these companies are not charities and that Nations take political meltdown by the degeneration of their economies.

On the other hand we know that all the planet's ecological spectrum already gives clear signs of stress due to human activity. It's not just that biodiversity is at risk and Yes all the condition of stability of physicochemical methods of the planet that is being changed. We have no technology to contain this imbalance and means to reverse all the damage caused by human activity and much less viable mechanisms that will enable the survival of present-day human civilization forward to possible environmental disaster that probably will happen in our future.

We have few viable alternatives to solve the problem:

-Divide the wealth produced on the planet equally among Nations.

-The Member States offer free of charge to its citizens the resources needed for their survival and social development.

-Preserve immediately the entire planet's forests and reforest the areas that have been degraded in water fountains

-Develop agriculture with concepts of drip irrigation or drinking water control

– Decrease drastically the mass consumption of certain goods involving greater use of water and mineral resources for their manufacture

-Dramatically decrease the mass consumption of products in their manufacture or on its functioning promote greenhouse gas polluters or to promote any changes to the planet's atmosphere

-Reduce in 50 years the world industrial output to viable levels to the planet, adapting each country or region to their innate vocation

-Eliminate the poverty of the planet

-All protection still untouched ecosystems and promote eco-tourism in these areas.

- Reduce the process of urbanization and reappraisal of concepts and of family ties and of human relations


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