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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Educação do paladar (Education of taste)



As habilidades sensoriais das pessoas vêm se deteriorando significativamente nos últimos tempos. Nosso tato, paladar e olfato pioraram muito. As pressões da falta de tempo e velocidade do nosso dia-a-dia estão nos privando das faculdades que podem nos dar um conhecimento mais profundo, variado e autêntico do mundo a nossa volta.

Por esta razão, um elemento vital da filosofia do Slow Food e da ecogastronomia é o treinamento dos sentidos e da percepção. Especialmente os jovens estão correndo sérios riscos de perder a noção do que significa comer, assim como sua ligação com a região e o relacionamento com a sazonalidade.

Alimento Bom, Limpo e Justo somente é possível com conhecimento: o conhecimento daqueles que trazem o alimento para a mesa e o conhecimento daqueles que comem. O maior entendimento sobre nosso alimento, qual o seu sabor e de onde vem, torna o ato de comer mais prazeroso.



A educação tem um papel central. Através da estimulação e treinamento dos sentidos, as pessoas redescobrirão as alegrias do comer e a entender a importância de se preocupar com a origem dos alimentos, quem os produz e como é preparado.

Estas considerações têm como objetivo principal de educar os jovens para desenvolver suas habilidades sensoriais, e ajudá-los a entender a importância do alimento como uma parte integral da cultura da sociedade.

A proposta do conceito Slow Food e da ecogastronomia não se limita a simples classificação das qualidades nutricionais, mas enfatiza que o alimento também significa prazer, cultura e convívio. Trabalhando com os valores e atitudes, ampliam-se os relacionamentos e se catalisam as emoções.

Acreditamos na necessidade da Educação do paladar como a melhor defesa contra o alimento de má qualidade e adulterada. É a forma principal de combater a invasão do fast food em nossa dieta. Ajuda a preservar a cozinha regional, produtos tradicionais, espécies vegetais e animais em risco de extinção.


The sensory abilities of people come deteriorated significantly in recent times. Our touch, taste and smell much worse. The pressures of lack of time and speed of our day to day are depriving us of colleges that can give us a deeper knowledge, varied and authentic in the world around us.

For this reason, a vital element of the philosophy of Slow Food and ecogastronomia is the training of the senses and perception. Especially young people are at serious risk of losing the notion of what it means to eat, as well as its link with the region and the relationship with seasonality.

Good, clean and fair food is only possible with knowledge: the knowledge of those who bring food to the table and the knowledge of those who eat. It’s the greater understanding about our food, which its taste and where it comes from, makes the Act of eating more pleasurable.




Education has a central role. Through training and stimulation of the senses, people will rediscover the joys of eating and to understand the importance of worrying about the origin of food, who produces and how it is prepared.

These considerations have as main goal to educate young people to develop their sensory skills, and help them understand the importance of food as an integral part of the culture of society.

The proposal of Slow Food and the ecogastronomia concept is not limited to simple classification of nutritional qualities, but emphasizes that the food also means pleasure, culture and conviviality. Working with the values and attitudes, extend the relationships and catalyze the emotions.

We believe in the necessity of education of taste as the best defense against poor-quality food and adulterated. It’s the main way to combat the invasion of fast food in our diet. It helps to preserve regional cuisine, traditional products, plant and animal species in danger of extinction.






(Fonte :Site Slow food)

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