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sexta-feira, 9 de março de 2012

Sociedade de consumo versus Sociedade ecológica (Consumer society versus ecological Society)



O planeta está chegando num ponto cada vez mais crítico, não pode ser mantida a lógica prevalecente de aumento constante do consumo. Já se verificam os seus impactos no plano ecológico global. As possibilidades de fixar limites são politicamente problemáticas, em qualquer parte do planeta.

O problema que maios cedo ou mais tarde deveremos traçar não só limites as atividades produtivas humanas como limitar o próprio consumo humano.

A exploração crescente dos recursos naturais coloca em risco as condições físicas de vida na Terra, na medida em que a economia capitalista exige um nível e tipo de produção e consumo que são ambientalmente insustentáveis.

Como promover uma política de consumo sustentável? Que leves em conta três eixos (a realidade dos limites ecológicos da Terra, de um lado, e de outro, que promova justiça social e seja politicamente viável).

A premissa acima é uma ficção.

O conceito e a práxis do que é politicamente viável nunca levou em conta a justiça social. Ainda por cima levar em conta os limites ecológicos do planeta onde 2/3 da humanidade acredita que o planeta foi feito por um deus para seu deleite. Fica difícil atingir qualquer meta para conter os efeitos da atividade humana dentro da importância do crescimento do consumo para viabilizar o progresso das nações.





Conceitos como consumo sustentável ou responsável são falácias do mundo capitalista para continuar a dinâmica do controle dos meios de produção por uma minoria que explora os recursos ambientais segundo a lógica de se criar necessidades mercadológicas para os consumidores de produtos que não necessitamos de fato para nossa sobrevivência.

A meta é conter o processo de consumo e reverter toda a lógica mercadológica enfatizando outros parâmetros menos agressivos ao meio ambiente de consumo e satisfazer ao mesmo tempo a lógica psicológica humana do ato de consumo.

Alguns pontos imediatos:

-Reduzir o consumo de água na agropecuária sem perda da oferta de alimento no mundo.

-Reduzir o desperdício de alimentos em escala mundial.

-Reduzir o grau de obsolescência de bens de consumo.

-Reduzir a criação de novas fronteiras agropecuárias com adoção de novos modelos de produção de alimento.

-Reduzir o crescimento populacional humano em escala mundial.

-Reduzir o aquecimento das grandes cidades com telhados ecológicos.

-Reduzir drasticamente todas as emissões de gases que causam o efeito estufa de origem humana.



The planet is coming at a point increasingly critical, cannot be maintained at the prevailing logic of constant increase in consumption. Already there are its impacts on global ecological plan. The possibilities of limiting are politically problematic, anywhere on the planet.

The problem that sooner or later we will have larger plot not only limits the human productive activities to limit the human consumption itself.

The growing exploitation of natural resources puts at risk the physical conditions of life on Earth, to the extent that the capitalist economy requires a level and type of production and consumption that are environmentally unsustainable.

How to promote a policy of sustainable consumption? That light into account three axes (the reality of the Earth's ecological limits, on one side, and another, which promotes social justice and is politically feasible).



The premise above is a fiction.

The concept and praxis of what is politically feasible never took into account the social justice. Also take into account the ecological limits of the planet where 2/3 of mankind believes that the planet was done by a God for your delight. It is difficult to achieve any goal to contain the effects of human activity within the importance of growth in consumption for the purpose of facilitating the progress of Nations.

Concepts such as sustainable consumption or capitalist world fallacies are responsible to continue the momentum of the control of the means of production by a minority which explores the environmental resources according to the logic of creating needs marketing to consumers of products that we do not need in fact to our survival.

The goal is to contain the consumption process and revert all the marketing logic emphasizing other parameters less aggressive to the environment and meet at the same time the logic of human psychological Act of consumption.



Some immediate points:

-Reduce water consumption in agriculture without loss of food supply in the world.

-Reduce the wastage of food on a world scale.

-Reduce the degree of obsolescence of consumer goods.

-Reduce the creation of new agricultural frontiers with adoption of new models of food production.

-Reduce the human population growth on a global scale. -Reduce the heating of large cities with ecological roofs.

-Dramatically reduce all emissions of gases that cause the greenhouse effect of human origin.


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