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quinta-feira, 1 de março de 2012

Uma verdade e uma mentira não melhoram nossa insanidade social.( A truth and a lie don’t improve our social insanity.)



A verdade!

As borra de café que são descartadas diariamente podem desaparecer com o mau cheiro típico do esgoto.

Pesquisadores relatam que a borra de café pode absorver o sulfeto de hidrogênio, gás causador, em grande parte, do odor do esgoto.

Atualmente, usa-se carvão ativado ou carvão poroso para extrair o sulfeto de hidrogênio do esgoto nas estações de tratamento.

Contudo, os pesquisadores descobriram que, quando a borra de café é transformada em carbono ativado, ela absorve enxofre --um dos componentes do sulfeto de hidrogênio, particularmente bem. Isso se deve à presença de um componente fundamental: a cafeína.

A cafeína contém nitrogênio, que aumenta a capacidade do carbono de eliminar o enxofre do ar.

Para carbonizar a borra de café se mistura a borra à água e ao zinco e depois seca a mistura em um forno.

O café fresco funcionaria ainda melhor, pois possui mais cafeína,mas não é econômico utilizá-lo.

A mentira !







Uma dos principais cientistas em defesa da realidade do aquecimento global causado pelo homem caiu em desgraça na semana passada.

O hidrologista americano Peter Gleick assumiu publicamente que se passou por outra pessoa para tentar expor as táticas de um grupo de céticos do clima.

O caso envenena ainda mais o debate público sobre o aquecimento global nos Estados Unidos, país que é um dos principais responsáveis pelo problema --graças às enormes quantidades de gases do efeito estufa que a nação produz-- e onde a briga política entre os que acreditam no fenômeno e os que negam sua existência paralisa as ações para mitigá-lo.

Um remetente anônimo enviou para órgãos da imprensa e blogueiros americanos o que pareciam ser documentos sigilosos do Heartland Institute, ONG conservadora americana que promove, entre outras coisas, o ceticismo climático entre o público.



Os documentos incluem uma lista dos doadores do instituto --entre eles a Microsoft e a General Motors-- e detalhes de um plano para criar um currículo para escolas públicas sobre a mudança climática, com o objetivo de ensinar que os cientistas não sabem se o homem está mesmo alterando o clima.

A chefia do Heartland Institute veio a público para dizer que um dos documentos divulgados era falso e ameaçou processar o responsável pelo vazamento. Funcionários da ONG chegaram a especular que Gleick era um dos "suspeitos óbvios".

O cientista acabou admitindo a culpa numa postagem em seu blog no site "Huffington Post". Ele teria recebido uma versão dos documentos de maneira anônima pelo correio e, para confirmar a veracidade deles, teria se passado por um membro da diretoria do Heartland Institute.

Gleick foi condenado publicamente pela AGU (União Geofísica Americana), órgão ao qual pertence, e renunciou ao seu cargo no Pacific Institute, na Califórnia.

Uma mentira repetida diversas vezes se torna uma verdade questionável e uma verdade repetida apenas uma vez cai no esquecimento do inconsciente coletivo.



The truth!

The coffee grounds are discarded daily may disappear with the typical smelly sewer. Researchers report that the coffee grounds can absorb hydrogen sulfide gas, causing much of the odor of sewage.

Currently, it’s using activated carbon or charcoal porous to extract the hydrogen sulfide in sewage treatment plants.

However, the researchers found that when the coffee is transformed into waste activated carbon, it absorbs sulfur--one of the components of hydrogen sulfide, particularly well. This is due to the presence of a key component: the caffeine.

Caffeine contains nitrogen, which increases the ability of carbon to eliminate sulfur from air. To carbonize the Lees of coffee mingles the lees to water and dry the mixture zinc and later in an oven.



The fresh coffee would work even better, because it has more caffeine, but it is not cost-effective to utilize it.

The lie!

One of the main scientists in defense of the reality of global warming caused by man fell in disgrace last week.

The American hydrologist Peter Gleick assumed publicly that if passed by another person to try to expose the tactics of a group of climate skeptics.

The case further poisons public debate about global warming in the United States, a country which is one of the main responsible for the problem--thanks to huge quantities of greenhouse gases that the nation produces--and where the political bickering between those who believe in the phenomenon and those who deny its existence hangs the actions to mitigate it.



An anonymous sender sent to organs of the press and bloggers Americans what seemed to be sensitive documents from the Heartland Institute, American conservative NGO that promotes, among other things, the climate skepticism among the public.

The documents include a list of the donors of the Office--including Microsoft and General Motors--and details of a plan to create a curriculum for public schools about climate change, with the goal of teaching that scientists do not know if the man is changing the climate.

The leadership of the Heartland Institute came to public to say that one of the documents disclosed was false and threatened to sue the responsible for the leak. NGO officials arrived to speculate that Gleick was one of "obvious suspects".

The scientist it’s just admitting guilt in a post on his blog on the site "Huffington Post". He reportedly received a version of the documents anonymously by mail and, to confirm the veracity of them, would have passed by a member of the Board of Directors of the Heartland Institute.

Gleick was publicly condemned by AGU (American Geophysical Union), to which it belongs, and resigned at the Pacific Institute in California.

A lie repeated many times becomes a questionable truth and a fact repeated only once falls into oblivion of the collective unconscious.


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