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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Taioba em nossos pratos e lares!( Xanthosoma sagittifolium in our dishes and homes!)



Muitos de nós, preocupados com a extinção de grandes mamíferos ou de aves tropicais nem suspeitamos de uma lenta e preocupante extinção que acontece bem debaixo de nosso nariz. É o caso de uma série de hortaliças que estão desaparecendo dos quintais e das feiras pelo Brasil afora. Desconhecimento e desinformação são as principais causas do sumiço dessas plantas alimentícias que ajudaram a nutrir muitas gerações. Há uma verdadeira falta de educação alimentar baseada nos produtos nativos da nossa flora ou de espécies que chegaram aqui há séculos e que se aclimataram bem nas terras brasileiras.

Isso faz com que a gente vá perdendo não só diversidade agrícola (e biológica), como também deixando de ter a oportunidade de experimentar sabores que podem tornar ainda mais interessante a experiência de nossos paladares.

É o caso da taioba, que anda sumida dos quintais do Brasil. Tornou-se raridade a hortaliça. Uma pena, já que a planta é uma opção alimentar das mais ricas e saborosas. Enquanto os pais buscam suprir à carência de vitamina A na nutrição de jovens e crianças com suplementos e artifícios, a velha e boa taioba vai para o baú do esquecimento.

Cultivada há milhares de anos na China e no Egito, a taioba se parece com a couve, mas tem folhas maiores, mais largas e mais vistosas. As pesquisas já comprovaram que a folha tem mais vitamina A do que a cenoura, os brócolis ou o espinafre. Por ser rica em vitamina A e amido, é um alimento fundamental para as crianças, idosos, atletas, grávidas e mulheres que amamentam.

No quintal, a taioba cresce junto com a alface e a cebolinha e não há motivo para ser excluída das mesas dos brasileiros. O preparo é simples. A taioba pode ser tratada como a couve: lavada, picadinha e refogada com cebola, torna-se um excelente acompanhamento para o almoço ou o jantar. A taioba também pode ser a base de deliciosos bolinhos e recheio para pizzas pra lá de vitaminadas.



Many of us concerned with the extinction of large mammals or birds or suspect a slow tropical and worrying extinction that happens right under our nose. In the case of a number of vegetables that are disappearing from backyards and exhibitions by Brazil. Ignorance and misinformation are the main causes of the disappearance of these edible plants that helped to nourish many generations. There is a real lack of food education based on native products of our flora or species that arrived here for centuries, and which have acclimatized well in Brazilian lands.

This makes us go losing not only agricultural diversity (and biological), as well as letting you have the opportunity to experience flavors that can make it even more interesting to experience our palates.

In the case of taioba, that disappeared from the backyards. He became a rarity to vegetables. A pity, since the plant is a food of the richest option and tasty. While parents seek to remedy the lack of vitamin A in the nutrition of children and young people with add-ins and artifices, the good old taro goes for chest oblivion.

Cultivated for thousands of years in China and Egypt, the Xanthosoma sagittifolium resembles the Kale, but has larger leaves, wider and showier. The researches have proved already that the leaf has more vitamin A than carrots, broccoli or spinach. Because it is rich in vitamin A and starch, is a fundamental food for children, the elderly, pregnant women, athletes and breastfeeding mothers.

In the yard, the Xanthosoma sagittifolium grows along with the lettuce and scallions and there is no reason to be deleted from the tables of Brazilians. The preparation is simple. The taro can be treated as Kale: washed, finely chopped and braised beef with onions becomes an excellent accompaniment for lunch or dinner. The taro can also be the basis of delicious cookies and filling pizzas go to vitaminate.

(Fonte;Slow Food)



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