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terça-feira, 7 de junho de 2011




Origens misticas (Mythical origins)

Este quitute napolitano era feito durante as celebrações pagãs do retorno de Primavera. Durante estas celebrações a sacerdotisa de Ceres trazia um ovo, símbolo da nova vida em procissão. Por causa do trigo, misturado com a ricota, era feito um pão chamado "confarreatio", que era um prato essencial na cerimônia de casamentos romanos em homenagem a Ceres era feito ofertado o "confarreatio". Outra hipótese que podemos considerar é que se trata de um ritual onde este tipo de pão se espalhou durante o período de Constantino, o grande. Eles eram feitos de mel e o povo oferecia o catecúmeno durante a véspera de Páscoa no final da cerimônia de batismo do leite.

It was used during the pagan celebrations of the return of the Spring time. During these celebrations Ceres’ priestess brought an egg, symbol of new life in procession. Because of the wheat or the einkorn, mixed with the soft ricotta cheese, it could come from the einkorn bread called "confarreatio", an essential ingredient in the ceremony of the type of ancient Roman weddings named after it "confarreatio". Another hypothesis we may consider is that it comes from ritual bread used, which spread during the period of Constantine the Great. They were made of honey and milk the people offered the catechumen during Easter Eve at the end of the ceremony of baptism.

Origins and tradition (Origem e tradição)

A moderna pastiera foi provavelmente inventada em um convento Napolitano. Uma freira desconhecida queria esse bolo, símbolo da ressurreição, ter o perfume das flores das Laranjeiras que crescia nos jardins do convento. Ela misturou um punhado de trigo com a ricota branco e, em seguida, ela acrescentou alguns ovos, símbolo da vida nova, alguma água que tinha a fragrância das flores da época de Primavera, cidra cristalizada e especiarias aromáticas asiáticas.

Sabemos que as freiras do antigo convento de San Gregório Armeno foram consideradas as inventoras da atual receita da Pastiera. Elas preparavam para uma grande quantidade de famílias ricas durante o tempo de Páscoa.

Há duas maneiras de preparar a pastiera: a mais velha, a ricota é misturada com os ovos; a pastelaria mais recente, com um espesso creme é adicionada, fazendo o pastiera mais suave. Esta inovação foi introduzida por Starace, um confeiteiro Napolitano com uma loja em um canto na Praça do Município.

O Pastiera tem que ser cozinhado alguns dias de antecedência, até quinta-feira ou sexta-feira, de modo a permitir as fragrâncias de misturar adequadamente e resultar em um sabor único. O Pastiera é vendido e servido em bandejas apropriadas, chamadas "ruoti" porque é muito frágil, tão facilmente iria desmoronar até se retirado o "ruoto".



The modern pastiera was probably invented in a Neapolitan convent. An unknown nun wanted that cake, symbol of the Resurrection, to have the perfume of the flowers of the orange trees which grew in the convent’s gardens. She mixed a handful of wheat to the white ricotta cheese, and then she added some eggs, symbol of the new life, some water which had the fragrance of the flowers of the spring time, candied citron and aromatic Asian spices.

We know for certain that the nuns of the ancient convent of San Gregorio Armeno were considered to be geniuses in the complex preparation of the Pastiera. They used to prepare a great quantity for the rich families during Easter time.

There are two different ways of preparing pastiera: in the older, the ricotta is mixed with the eggs; in the newer, thick pastry cream is added, making the pastiera softer. This innovation was introduced by Starace, a Neapolitan confectioner with a shop in a corner in Municipal Square.

The Pastiera has to be cooked some days in advance, no later than Maundy Thursday or Good Friday, in order to allow the fragrances to mix properly and result in that unique flavor. The Pastiera is not only cooked but also sold and served in appropriate pans called "ruoti" because it is very fragile, so it would easily crumble up if removed from the "ruoto".

Como minha avó que era piemontesa dizia ao meu avo napolitano aqui em São Paulo, no Brasil (As my grandmother who was a Piedmontese said to my grandparent napolitano here in São Paulo,Brazil):

'A pastiera è nu dolce 'e ricotta, grano, zuccaro, ove, acqua 'e millefiori, nu pucurillo 'e cannella e 'a pettola. È nu dolce ca se magna a Pasca, meglio ancora si v' 'o magnate 'o lunnedì 'e Pasca, si ghijate appriesso 'a 'e vattienti. P''a fa', avita scaura' 'o grano cu' nu' poco 'e latte, po' mettite 'a ricotta e 'o zucchero 'nsieme, ammiscate ova, zucchero, ricotta, grano e ghignite nu tiano p''o furno cu 'a pettola (mmiscate ova, farina e zucchero, e bburro, p' 'a fa' morbida e sapurita) nsevate 'e nsogna 'o tiano, stennite 'a pettola arrevacate 'a mmesca mettite 3 o 4 strisciulelle 'e pettola e 'nfurnate fin' a quanno nun s'abbruna nu poco acoppa.

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